DEBATE APOCALIPSE COM HAROLDO DE PAULA E CONVIDADOS - ENCERRAMENTO CHARNEIRA 2012


DEBATE APOCALIPSE - Admirável Mundo Novo

O debate Apocalipse foi um debate proposto com estudantes participantes, opiniões do público e o professor Haroldo de Paula polemizando as discussões. Estiveram presente como mediador Luciano Maccio, os convidados Haroldo de Paula, Renier Holtz, Bruno e ? ?

Temos que ensinar o cliente o que fazemos e o que é design para eles, não podemos deixar que outras profissões assumam o papel de explicar ao público em geral o que fazemos, nem eles entendem realmente do que se trata, trata da metodologia e a forma com a qual aplicamos conhecimento pois a definição precisa do que é design não existe, o design pode ser considerado  uma filosofia um pensamento criativo. Em Curitiba segundo os debatedores faltam escritórios de design. " Trabalhamos sugados para agências de publicidade, e não há tantos escritórios de design em Curitiba, tipo ao meu ver a Tecdesign e a Megabox simplesmente são as únicas mais cotadas para trabalhar com produtos" - afirma um dos debatedores. 

Buscar o caminho de cada um é fundamental, basta saber aplicar a metodologia e cada um pode encontrar uma solução em uma área. Não percam tempo.Utilizem a universidade para aprender o maior número de coisa possíveis.

STUDIO MARCELO TEIXEIRA & HOUSE CRICKET COM FABIO CRUZ - CHARNEIRA 2012



Nesta Charneira do dia 25/10/2012 iremos mostrar o especialista em mercado de luxo Marcelo Teixeira, que desenvolveu projetos para várias empresa inclusive a Embraer.

STUDIO MARCELO TEIXEIRA

Marcelo Teixeira irreverente e já descontraído antes mesmo de ministrar a palestra, acabou despercebido e foi confundido pelo público como um dos organizadores da Charneira 2012. Até então pensavam que o cara lá em cima fazia parte da organização pois estava com uma blusa preta e tinha até um crachá - comentou uma das pessoas da platéia.  Ele começou dizendo que quando se entra na universidade já era! Você já é um designer, você acaba de mudar seu modo de agir, de pensar e se relacionar com as pessoas. E por isso ele acha importante difundir a profissão para que o grande público saiba entender um pouco da profissão para desmistificar essa esterótipo que a grande mídia criou entorno do design. Pensando no fim do mundo ele ainda comenta : " Qual é a sua estratégia para sobreviver no mercado? O quê vai ser quando crescer?  E como vai viver de design durante vinte e poucos anos".

SUSTAINABLE SUMMER SCHOOL COM BRIGITTE WOLF E O CASO DORNBRACH & NEW LEVEL DESIGN COM TOBIN DORN - CHARNEIRA 2012


A Charneira nesta quarta-feira foi internacional. Começamos com a Brigitte Wolf da Wuppertal University e professora da Sustainable Summer School a convite de Virgínia Souza de Carvalho Borges Kistma.


DESIGN PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

A principal diferença entre o Brasil e a Europa inicia-se como é segmentado o serviço: No Brasil  as micro e pequenas empresas são divididas em apenas comércio e serviços, já na Europa especificadamente é dividida pelo seu faturamento, em quantias mais precisas. 

O design para as pequenas empresas é importante para reconhecer complexas suas  relações e desenvolve-las. No Brasil 99% das empresas são micro e pequenas empresas, na Alemanha isso corresponde há 99,3%, mas as companhias brasileira geram apenas 20% de sua produção, enquanto o lucro na Alemanha corresponde a 49% do total estimados. Essa é a falha que ocorre no Brasil é que dados oficiais  indicam que de 7 a 10 empresas sobrevivem após 2 anos. Já na Alemanha isso não ocorre nesta forma, porque as incentivo de ajuda para que insuficiências técnicas, de planejamento do negócio e no conhecimento do design. O design é o gerenciador para um sucesso inovador. As companhias jovens demandam para o inovador. 

IF CONCEPT DESIGN AWARD 2012



Já estão abertas as incrições para o IF Concept Design Award 2013 e convida estudantes e recém-graduados a inscrevem seus melhores projetos em um dos maiores prêmios estudantis de design do mundo. Este ano teremos mudanças que será a otimização de categorias nas quais os projetos serão submetidos sendo que ano passado foram mais de 10.000 projetos e apenas 100 ganhadores. E também há o desenvolvimento de raízes de tendências "trendroots" onde o participante pode mostrar ao júri suas visões para o futuro do projeto dividido em: mudança social, cultural, economia, ecologia ou tecnologia. O juri premia sempre os 100 melhores projetos dispondo de 30 mil Euros para dividir entre os mais promissores dos 100. A participação no IF Concept Design Award é gratuita, exemplos de trabalhos premiados podem ser vistos em http://www.ifdesign.de/talents_online-exhibition_index_en

As inscrições vão de 27 de outubro de 2012 até 10 de janeiro de 2013 e devem ser feitas em inglês através deste link:

 http://www.ifdesign.de/talents_concept_design_award_teilnahme_e

Este ano não contaremos com apoio do Design Excellence Brasil uma vez que o governo cortou a verba. lastimável como tratam o design e o futuros promissores profissionais no Brasil


FETICHE DESIGN COM PAULO BIACCHI & HOLARIA CERÂMICAS DE LUXO COM LUIZ PELLANDA - CHARNEIRA 2012



Hoje na Charneira tivemos as palestras das empresas paranaense Fetiche Design e Holaria.

FETICHE DESIGN

A valorização do imperfeito

logo


A NOVA ESTÉTICA 

Os designers Paulo Biacchi e Carolina  Arnellim começaram em 2008 a criar uma marca de produtos voltados para a casa que tivessem uma estética de design. Aos poucos foram crescendo e acabaram desenhando para outras marcas, como a Tok &Stok.  A marca Fetiche Design acaba imprimindo em seus produtos o conceito da empresa em outras marcas. É uma coisa singular no mercado.

DISCUSSÃO: FIM DO MUNDO COM CLÁUDIO THIELE E CONVIDADOS & YUP DESIGN BRANDING COM FABIANA ZIMMERMANN - CHARNEIRA 2012



A Charneira 2012 Fim do Mundo? Traz um questionamento reflexivo da profissão e da passagem de universidade para o então mercado de trabalho. Como devemos nos posicionar perante o mercado e quais as oportunidades que podem ser exploradas 


A abertura da Charneira 2012 que  iniciou-se as 19h com um debate a respeito da postura do design tendo como mediador Cláudio Thiele  professor de semiologia e semiótica pela PUC-PR e os convidados Haroldo de Paula, professor de filosofia da PUC-PR  e o ex-aluno Gustavo Ravaglio que formou-se em  Desenho Industrial com habilitação em Projeto do Produto em 2006 e atua como designer gráfico. 

CAMA HOSPITALAR - AFINAL O QUE É DESIGN ?

Esta cama hospitalar me fez refletir onde o design agrega valor e aonde onde ele peca.
 Está certo que não existe um design perfeito, mas o objetivo do design é atingir o máximo de pontos positivos possíveis, sendo que os mais simples ou imperceptíveis é mais contam: Que são os detalhes.
Encontrei esta imagem num site bacana que um colega postou no Facebook. Encontre o problema???






Não achou! Sim o problema muitas vezes num produto não está na sua forma, nem na ergonomia, mas nos Fatores Humanos. Na IDEO existe esta ramificação que propõem visualizar de forma mais abrangente as percepções e a relação entre o homem x máquina (objeto).  Olhe novamente a imagem...observe... o que você encontrou de aspecto cognitivo para o usuário que não agrada???

Se você pensou na cor....infelizmente sua percepção não está apurada, embora a cor remeta a uma percepção, neste caso a cor foi bem empregada, pois destaca áreas móveis do produto além que a escolha da cor foi propícia para evitar acidentes e remeter o produto a algo não tão assustador.

O problema deste produto é a quantidade de peças que compõem o produto. Além de elevar o custo do produto o principal problema deste produto está justamente nisso. Imagine num ambiente hospitalar que tem em média 10 a 15 minutos para desinfetar o local para remover um paciente e colocar outro. Imagine que o tempo gasto somente com esta maca para desinfetá-la completamente sem ser de forma superficial. Seriam necessárias ao menos 15 minutos para fazer toda a limpeza, a assepsia do produto, imagine esta cama hospitalar numa enfermaria que geralmente ficam de 5 a 15 camas. Está certo que numa enfermaria todos o mobiliário médico nem sempre é limpado toda hora, mas com certeza o principal aspecto negativo neste produto é justamente para o usuário secundário que é o serviço de limpeza hospitalar de irá dispender um tempo precioso para realizar toda assepsia de uma simples cama ao invés de se preocupar com coisas mais óbvias como manter o chão limpo e/ou outros instrumentos esterilizados.

Enfim design não é simplesmente o que se vê mas como se sente, o que ele transmite o que ele provoca, o que ele faz. Não pensar no todo é negligenciar uma parte importante da relação do objeto que por vezes acaba criando mais problemas ao invés de resolve-los. Mas como eu disse: Design não é solução, é melhoria, não somos engenheiros treinados a pegar o problema e resolve-los e considerar isso uma solução. Nós pegamos o problema e identificamos a real necessidade do cliente/produto então propomos a melhor forma que ele pode responder ao usuário/produto propondo um novo conceito uma nova perspectiva esta é a metodologia que é empregada no design.

Por vezes o design não corresponde as expectativas de quem demanda o produto empresário/ empreendedor, pois não entende que a metodologia do design é muito subjetiva, sugestionável, mas que existem parâmetros para chegar uma métrica que não é tangível ou mensurável como a lógica matemática  o design faz como a lógica de Fuzzy que tenta expor subjetividade em termos matemáticos. 

O produto criado pelo designer  muitas vezes acham que é inviável, que emprega alto valor, tanto físico como monetário, que exige muito de quem o fabrica e esta não é a realidade que nos encontramos atualmente. Hoje empresas que não empregam design não tem valor agregado, não são reconhecidas pelo seu trabalho, não são vistas pelo mundo.







"O designer é como um soldado que luta num campo de batalha, onde todos querem conquistar a vitória, porém para conseguir chegar a vitória (objetivo) deve primeiro saber  liderar, trabalhar em equipe, comunicar ter espírito aventureiro e criar cooperação e alianças para dominar o território (mercado). Muitas vezes acaba  ganhando a batalha por si só , porém o mérito nunca é atribuído apenas  um bravo soldado, e sim uma equipe, pois sabe que lá no fundo não alcançaria o sucesso sem a cooperação de todos." 

Roger Mafra





PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO DESENHO INDUSTRIAL PROJETO DO PRODUTO PUCPR 2012- MICRO-ONDAS ISENSE

Este é o relatório completo  para o título de Bacharel em Desenho Industrial com ênfase em Projeto do Produto pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR no 1 semestre de 2012. Embora seja desenvolvido durante 1 ano, devemos considerar que todo o trabalho desenvolvido foi aplicado em apenas 5 meses. Embora os 6 primeiros meses sejam para pesquisa apenas 2 meses são realmente despendidos para elaboração de um conceito conciso. Como nem sempre o que se propõem  a fazer é válido com conceito, como no meu caso, tive que reestruturar toda pesquisa e desenvolver e criar um novo conceito e projetar o produto tudo dentro de 3 meses. Sim é possível! Embora tivéssemos 6 meses para executar o projeto, como inicio de ano existem o período de férias, isso diminuiu drasticamente o tempo para execução do mesmo.  Levamos 1 mês para reorganizamos o conceito e finalmente desenvolver o relatório e o produto. Portanto a execução e o produto levamos 3 meses enquanto ainda definíamos o conceito. Foram gastos 5 meses para criar e rever toda sua complexidade. Agradecemos ao professor Dr. Alex Ferraresi que de forma sarcástica ridicularizou nosso conceito, nos fez correr atrás de uma solução plenamente viável e simples. Também ao professor Luís Fernando Fonseca Kasprzak que nos orientou em determinados pontos, mesmo a contra-gosto, já que ele não era nosso orientador de projeto final, e também agradecemos aos professores Jaime Ramos e José Luis Casela que foram nossos orientadores, nos deram várias possibilidades para escolhermos qual caminho decidimos seguir, e também por terem uma mente aberta para novas tendências, soluções e tecnologia sem o qual o projeto não seria plenamente viável do ponto de vista comercial, e não atingiria o público almejado. E agradeço a Deus, e todos os colegas do curso, pela troca de experiências e aos meus amigos Rafael Garcia de Camargo e Rubens Valdir Back sem o qual o projeto não seria viável em tão pouco tempo.

Fomos com 9.0 em Pratica Projetual V...não deu tempo de fazer a solução completa de design, pois não fizemos a embalagem, faltou a ultima imagem do produto pronto no relatório e também alguns detalhes ínfimos no protótipo. Mas isso não conta, nota não significa absolutamente nada a partir de agora, quem lhe dará notas na sua vida são os tostões que entram no seu bolso.

COMO ELABORAR UM CONCEITO E DESENVOLVER O PROJETO? - PARTE II

Após analisado o problema: a descoberta da oportunidade, a criação do conceito: resposta conceitual ao problema definindo a tríade: O quê? Para quêm? Qual Benefício?


Devemos levantar a questão das relações do produto entre


SER HUMANO - ESPAÇO - OBJETO



"A interação é constante que interfere na relação do objeto, portanto os objetos não podem ser  concebidos isolados de um contexto a qual ele vai estar inserido" 
  
FONTOURA, Antônio Martiniano (in Memorian 1962-2014)


PRODUTO | SER HUMANO

Relações estabelecidas entre o usuário e o produto

PRODUTO  | OBJETO

Relação estabelecida  entre os produtos e o universo que ele está inserido os objetos próximo a eles.

PRODUTO | ESPAÇO

Refere-se a relação estabelecida entre os espaços macro e micro
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NÍVEIS FUNCIONAIS

Funções definidas em relação aos usuários. O objeto é rico em significados, seu contexto determina sua origem

NÍVEIS UTILIZADOR

A experimentação dos aspectos físicos do produto estão  ligados a sua função prática

NÍVEL OBSERVADOR 

Aspectos sensoriais do produto ligados a função estética

NÍVEL POSSUIDOR

A experienciação ( vivência  - incorpora o objeto  no nível de ser) e os aspectos sociais do produto derivam a sus função simbólica

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PROCESSOS DE USO

Diz respeito as funções práticas, limitando o nível do utilizador e da experiência  física, porém se refere a outros usos que o produto possa a ter. Ele pode ser utilizado com a finalidade estética, pois sua aparência é apenas para ser contemplada e apreciada.  Ou o seu uso é produto e define o que ele é. Esse uso dependerá do seu contexto, e esse contexto de uso lhe atribuirá um significado e valor. Portanto, a definição de uso do produto mudará de acordo com seu uso. Isso chamamos de polissemia do objeto - comunica vários significados.


CONTEXTO

É o cenário que permeia e atribui significação ao evento. É a realidade ou situação que normalmente determinará a maneira de interpretar e determinar a experiência. A realidade determinará a experiência.  O design pode-se dizer é o contexto da totalidade das circunstâncias e de fatores sociais, políticos, históricos, econômicos... fazendo a leitura do contexto do objeto.

FUNÇÕES PRÁTICAS 


HEUFLER (2004) refere-se as funções práticas o processo do uso divididos em 5 estágios:

  • Aquisição: Informações do produto antes da compra
  • Transporte: Ponto de venda ou local de uso
  • Guarda: Acomodação do produto no local utilizado
  • Uso: Requisitos de uso
  • Descarte: Fim do ciclo de vida do produto


Utilidade ou maneira pela qual o produto satisfaz o seu propósito, através da manejabilidade de seus aspectos ergonômicos e usabilidade que facilitam sua adequação, mantendo a manutenção dos cuidados durante sua vida útil e despesas decorrentes de sua utilização, além de durabilidade e da promoção para a longevidade para o ciclo de vida do produto.

LINGUAGEM DO PRODUTO

Qualquer sistema organizado e convencional de signos que servem como meio para comunicar as idéias e sentimentos de sistemas convencionados entendidos por códigos. Os códigos nada mais são que sistema de signos que se organizam e que são regidos por regras aceitas por todos os membros de uma determinada comunidade que utilizam deste código para comunicar-se (dimensão social)

Qualquer  linguagem do produto também requer uma sintaxe (gramatical/forma) e uma semântica (significado/conteúdo). A sintaxe é o estudo das estruturas, regras, padrões formais do meio como algo expresso. Já a semântica refere-se ao estudo do significado.

" O que seu produto quer dizer para as pessoas? Elas conseguem compreender os valores que você está tentando atribuir e transmitir ao usuário?"

  • Aspectos sintáticos: São elementos estéticos formais que constituem a forma do objeto, configuração (aparência) cor, materiais, superfície (textura) estrutura (ordem e complexidade).
  • Aspectos semânticos: Permitem significar a forma num determinado contexto


GROS, Jochen faz uma distinção entre a função signica (sinal) e a função simbólica (simbolo)


Funções simbólicas são mais complexas pois envolvem abstração dependem do contexto e da interpretação envolvendo o julgamento de valores. Os valores dependem do individuo e a que grupo ele pertence  refletirão diretamente ao produto.

Já para KRIPPENDORFF a função semântica  do produto é a qualidade do produto e seu contexto cognitivo e social e sua aplicação do conhecimento nos objetivos de desenho industrial, no qual ele se refere:
Dar sentido as coisas.

"Design is making sense (of things)"

SEMÂNTICA DO PRODUTO

Não é o estilo do produto
O senso é feito pelos usuários sobre os artefatos se encaixando simbolicamente como a: autopoesis (grego: auto - próprio , poiesis - criação)
Não pode ser confundida com ergonomia
Aceita as inconveniências nos produtos sob o ponto de vista  semântico são perfeitamente aceitáveis, sendo certas coisas toleráveis devido ao seu conceito de uso
Não é apenas um mero recurso mercdológico

O design é provocativo, pois existem outros valores implícitos ao objeto que são concebidos e projetados a ele que não necessariamente todos compreenderão seu real significado.

O projeto ele é mais um projeto intelectual do que um projeto projetual" - CASELA,  José Luis

A gestão do design está na qualidade:

ESTÉTICA - Forma       FUNCIONAL - Função       TÉCNICA -  Engenharia

Devem ser atendidas estes três requisitos para se executar um excelente projeto!!!!



Texto adaptado da aula do curso em Desenho Industrial - Projeto do Produto pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUC-PR em 27/02/2012, na disciplina de Pratica Projetual VI pelos orientadores:FONTOURA, Antônio Martiniano, CASELA, José Luiz, RAMOS, Jaime.


VEJA ANTERIORMENTE EM :  COMO ELABORAR UM CONCEITO? - PARTE I

COMO CRIAR UM BOM CONCEITO?

Como chegar naquela ideia bacana em que as pessoas enxerguem valor e torne seu produto um sucesso? Como faz para chegar nesse conceito e torná-lo memorável.

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